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Aquilo em que acreditamos

O nosso manifesto

Marcas úteis, preços que se explicam, uma formação honesta e uma comunidade que nos obriga.

Acreditamos em marcas úteis, criativas e responsáveis. Não em grandes discursos. A cabeleireira merece ferramentas modernas, preços justos e uma formação honesta.

Os nossos princípios

Útil antes de ser bonito

Um produto, uma ferramenta ou um serviço só tem valor se mudar algo atrás da cadeira. O resto é decoração.

O preço diz-se

Explicamos o que custa um produto e porquê. Uma marca acessível não tem de se desculpar pelo seu preço, nem uma marca premium tem de esconder o seu.

Formar em vez de fidelizar

Um cabeleireiro que evolui volta por si próprio. Preferimos transmitir uma técnica a prender um cliente.

A coerência ao longo do tempo

Uma marca julga-se em dez anos, não numa campanha. Preferimos cumprir uma promessa modesta a trair uma promessa ambiciosa.

O nosso motor

Uma comunidade viva.

Cerca de 350.000 pessoas seguem os conteúdos do grupo, das quais quase 100.000 profissionais da cabeleireira. Todos os meses, as nossas publicações alcançam o equivalente a um cabeleireiro em cada dois em França.

Esta audiência não é um ativo de marketing, é uma responsabilidade. Obriga-nos a documentar aquilo que afirmamos, a mostrar os gestos em vez de os vender, e a dizer quando um produto não é adequado a uma situação.

350.000pessoas na comunidade
100.000cabeleireiros profissionais
1 em 2cabeleireiro alcançado todos os meses
5empresas e marcas do grupo

O que devemos à profissão

Quatro compromissos, e mais nada.

Nunca vender aquilo que não saberíamos explicar. Se não conseguimos dizer a quem serve um produto e porquê, ele não sai do laboratório.

Defender a independência dos salões. O grupo trabalha para cabeleireiros independentes que enfrentam franquias. As nossas ferramentas, as nossas formações e os nossos preços existem para tornar este combate sustentável.

Assumir as nossas duas vozes. Uma marca premium e uma marca acessível não falam da mesma forma. Misturá-las seria mentir às duas clientelas.

Reduzir o que não precisa de existir. O vazio numa caixa, a encomenda repetida, a referência a mais, a promessa a mais. A sobriedade é um método, não uma postura.