Tecnologia do grupo
Inovação e inteligência artificial
O grupo desenvolve os seus próprios assistentes técnicos de coloração: Edgar para a KUST, Lucy para a YDOL. Ferramentas de raciocínio colorimétrico, não gadgets.
IAs de coloração nascidas atrás da cadeira.
O grupo desenvolve os seus próprios assistentes técnicos de coloração. Não são agentes conversacionais genéricos vestidos com as cores de uma marca: são ferramentas de raciocínio colorimétrico, alimentadas com catálogos reais, fórmulas reais e as perguntas que os cabeleireiros realmente fazem.
O ponto de partida é um problema do dia a dia. Uma cliente chega com uma base não uniforme, um historial de cor incerto, um desejo preciso e uma hora pela frente. O cabeleireiro tem de decidir: que base, que reflexo, que oxidante, que tempo de pausa, que correção. Errar custa um produto, uma marcação e por vezes uma cliente.
Os nossos assistentes
Edgar
O assistente técnico da marca KUST. Trabalha sobre o catálogo KUST: fórmulas, dosagens, alturas de tom, correções de reflexo, protocolos de descoloração. Trata por você, como a marca.
Lucy
A assistente colorista da marca YDOL. Raciocina sobre a gama Yconik e responde no tom da marca, diretamente a partir do site e por mensagem.
Cada assistente está associado a uma marca e a um catálogo. Não são intercambiáveis nem fundidos: uma resposta técnica só tem valor se incidir sobre os produtos que o cabeleireiro tem realmente em mãos.
O que a IA faz, e o que não faz

Um assistente não substitui um colorista.
Não toca na fibra capilar, não vê a luz do salão e não conhece a cliente. O que traz está noutro lugar: elimina a hesitação, recorda uma regra esquecida, propõe uma fórmula de partida que um profissional valida ou corrige em três segundos.
É também uma questão de hora. As perguntas técnicas chegam ao sábado às onze da manhã, não à terça-feira às duas da tarde. Um assistente disponível em contínuo responde no momento em que a resposta tem valor.
Além do aconselhamento
A inteligência artificial serve também o que não se vê.
O grupo utiliza as mesmas ferramentas para o seu próprio funcionamento: acompanhamento das vendas, gestão de stocks e de reabastecimento, apoio ao cliente, vigilância do mercado, preparação de conteúdos. São tarefas repetitivas que, uma vez automatizadas corretamente, libertam tempo para o que exige juízo humano.
A nossa posição é constante: a ferramenta deve ser avaliada pelo que faz ganhar no terreno. Se não muda nada no salão, não serve para nada.
Perguntas frequentes
É uma ferramenta que ajuda um cabeleireiro a construir uma fórmula de coloração: parte da base do cabelo, da altura de tom pretendida e do reflexo desejado, e propõe depois uma mistura, um oxidante e um tempo de pausa a partir de um catálogo de produtos preciso.
São disponibilizados aos profissionais pelas marcas do grupo, a partir dos respetivos sites.
Sim, como qualquer conselho dado à distância. A decisão final cabe sempre ao profissional, que vê a matéria e a cliente. Um diagnóstico em salão continua a ser indispensável.
Os assistentes apoiam-se nos catálogos, nos protocolos técnicos e na documentação das marcas. As trocas servem para responder à pergunta colocada, não para constituir um ficheiro comercial.